23 de março de 2010

“Prozac” para pets é aprovado na Inglaterra

As diversas semelhanças entre os seres humanos e animais têm promovido um modo de vida muito parecido para os pets também. Atualmente, há uma infinidade de serviços para os amados bichinhos como salões de cabeleireiro, hotéis, grifes de roupas e joalherias. O problema é que até mesmo as doenças do dono também estão acometendo os peludos, como obesidade, hipertensão e até mesmo depressão.

Relativamente nova, a descoberta de que cerca de 8% da população de pets sofre de desorientações mentais, fez com que o governo da Grã-Bretanha resolvesse tomar providências, aprovando a utilização do famoso Prozac, só que para cães e gatos.

De acordo com o site do jornal Daily Mail o anti-depressivo foi adaptado para os peludos mais tristonhos, e tem um gosto mais palatável, sabor bife. O medicamento foi lançado nos Estados Unidos há 3 anos, e recentemente foi aprovado para a venda na Europa, prometendo servir para o tratamento de animais com comportamento compulsivo e ansiosos.

Chamado de Reconcile, o produto aumenta os níveis de serotonina no cérebro dos bichos, promovendo a sensação de bem-estar nos animais. O tratamento com o medicamento é indicado principalmente para os pets que sofrem com a ausência de seus donos, gerando um quadro de depressão.

Segundo os especialistas, os sintomas de um animal depressivo são: morder e destruir objetos e a mobília em casa, latidos excessivos, choro, urina e fezes fora dos locais apropriados, salivação excessiva, vômitos e tremedeiras. Esses sinais indicam o quadro de ansiedade, gerado principalmente com a separação dos donos por muito tempo, quando saem para trabalhar, por exemplo.

Ainda segundo a publicação, estima-se que existam 10 milhões de animais com o quadro nos Estados Unidos, mas a cura é possível. Um experimento realizado com 660 animais com desorientações mentais na Europa e Estados Unidos revelou que houve melhora após oito semanas de tratamento com o Reconcile. O fabricante adverte, no entanto, que a medicação deve ser administrada por animais acima de seis meses de vida e sob supervisão de um veterinário.

Fonte: http://petmag.uol.com.br

(minha opinião)

O ser humano destrói sua vida através de comportamentos fúteis e exagerados, muitas das vezes levando a um quadro de distúrbios psicológicos e infelicidade. Se afasta da natureza levando uma vida extremamente urbana e estressante, esquecendo da beleza e energia inesgotável que a mãe natureza nos proporciona. E agora isso tudo é direcionado de uma forma egoísta para os animais, principalmente para os cães.

Cachorro tem vaidade? Ou a vaidade é do humano? É uma pergunta que se deveria responder antes de gastar rios de dinheiro num suposto bem estar animal.

Deveríamos nos preocupar em buscar informações das quais são as reais necessidades de um cão. Quem é mais feliz? Um cachorro solto nas ruas sem regalias ou um cachorro preso em um apartamento cheio de regalias? Pode parecer estranho para muitos, mas provavelmente o cão da rua é o mais feliz. Atividades físicas e mentais sendo desafiadas todos os dias, lutar pela sobrevivência, cães extremamente socializados com tudo que há, faz com que estes animais apresentem comportamento próximo do que tinham na natureza. Lógico que existe a parte da saúde precária e maus tratos, novamente causados pelos humanos, colocando em questão a felicidade destes animais. Mas ainda não o deixa mais infeliz que o cãozinho preso no apartamento, com idas a tosa e banho toda semana, com roupinhas próprias, sem desafios, sem exercícios suficientes ou nenhum, sem socialização... enfim.

Deveríamos nos questionar o porquê de surgirem fármacos como esse da reportagem. Deveríamos buscar a causa primária do distúrbio e assim nos adequarmos a entender o cão e proporcionar uma vida melhor para eles, mas é claro que dentro dos padrões caninos. O medicamento é uma “muleta” da real causa. Auxilia, mas não cura.

Se questionem sobre seus cães, abram suas mentes a novas informações, e principalmente amem seus cães proporcionando reais necessidades a suas vidas.

17 de maio de 2009

O sono dos cachorros

Sono, é o período de repouso para o corpo e a mente, em que a consciência esta em ativa parcialmente ou completa. É caracterizado tanto no ser humano como em animais superiores, pela suspensão temporária da atividade perceptivas, sensoriais e motoras voluntárias.


Sono dos cães


Assim como as pessoas, os cães também precisam dormir. No período de sono, o cão pode descansar e o sistema imunológico pode atingir seu melhor índice de atividade e funcionamento.

Os cães apresentam 2 etapas distintas que ocorrem durante período de sono:


Sono Superficial:


Durante esse estágio o cão fica quieto porém alerta, tem uma respiração profunda e ritmada, sua pressão sanguínea, seu metabolismo e sua atividade cerebral diminuem. O estágio superficial dura de 10 a 20 minutos e basta um pequeno estímulo para acordá-lo.



Estágio REM:


Durante esse segundo estágio do sono, as pálpebras do cão se movem. A respiração torna-se irregular, rápida e superficial ou às vezes o cão parece não respirar, é um sono profundo. Também ocorrem movimentos nas patas, músculos da face e orelhas e pode até mesmo rosnar e latir. Esse estágio inicia logo após o período de sono superficial.


Duração do sono

Os cães dormem muito, em média 9 horas diárias, mas esse tempo pode se estender se ficam muito sozinhos, sem a companhia do dono, longe de agito e do convívio com outros animais ou pessoas.

Sonho dos cães

Foi constatado cientificamente que algumas atividades cerebrais caninas durante o sono são semelhantes as de quando uma pessoa está sonhando. Assim, e quase certo que os cães também sonham, porém oque nossos amigos caninos sonham é praticamente um mistério.

Uma hipótese, seria a maneira de se relacionar com o mundo, com pessoas e outros cães.


Distúrbios do sono


Os cães também podem apresentar alguns distúrbios de sono, como a apneia, que é uma parada respiratória devido a obstrução das vias respiratórias, comum em cães da raça Boxer e Buldogue, devido aos seus focinhos achatados.

A narcolepsia, também pode ser lembrada como um distúrbio, uma vez que o cão repentinamente entra em um estado de sono profundo. Esse mal é bastante comum em cães da raça Dobermann, Labrador, Poodle, Beagle e Dachshound, porem esses distúrbios podem controlados através de medicamentos.


Fonte: http://www.maniacanina.com.br

11 de maio de 2009

Cão também é gente, mas nem tanto

Por Ayrton Mugnaini Jr.

"Cachorro é um ser humano como outro qualquer. "Foi com esta frase que determinado político entrou para a História do Brasil ao utilizar um carro oficial para levar sua cadela ao veterinário. Realmente, como político, ele foi excelente dono de bicho. E não é preciso ser político para se amar um animal como se fosse "um de nós", o filho ou irmão que não temos, ou o companheiro sempre bem-vindo, mesmo se for encontrado na rua, ou, talvez melhor dizendo, se ele nos encontrar.

Não há nada errado em dar ao cão nome de gente, vesti-lo com uma roupinha de gente (ainda mais se ele tiver pelo curto e o clima estiver frio) ou conversar com ele como se fosse gente. Afinal, o cão também é um ser vivo, também gosta de ser bem tratado e acarinhado, também tem prazeres e sentimentos, e está provado que sua inteligência equivale a uma criança humana de dois anos e meio de idade. Agora, devemos ter sempre em mente o outro lado da moeda: assim como crianças humanas não devem ser mimadas, excesso de paparico pode ser prejudicial ao cão. Se cuidar de menos é ruim, cuidar demais também é. Ou, como resume o verso de Erasmo Carlos: "proteção desprotege e carinho demais faz arrepender".

Muita gente traz o filhotinho para casa e adora quando ele sobe na cama para dar bom dia. Adora até perceber que... um ano depois o filhotinho já virou adulto e se transformou num "homenzarrão" ou "mulherona" de quase vinte quilos que se recusa a não subir e mais ainda a descer da cama, afinal, sigamos o raciocínio canino: sempre o deixaram, por que proibir agora? Tem também as festas de aniversário quando, de repente, lá vem o "pidão" com aquele olhar de quem não come há meses, e ganha um pedaço de bolo aqui, um brigadeiro acolá, e, possivelmente, um problema digestivo ou circulatório que pode ser até fatal. Surge então a queixa inevitável a respeito do que poderia ter sido evitado: "Ah, o cachorro pediu tanto que eu não resisti, eu nem sabia que estava fazendo mal para ele..."

Há vários motivos pelos quais os cães devem comer ração especial para eles. Nossa comida pode lhes causar mau hálito e, por sujar mais facilmente os dentes, maior dificuldade na higiene bucal (cães são menos sujeitos a cáries, mas não a tártaro e infecção nas gengivas), sem falar que vinagre, sal, açúcar e outros temperos podem lhes fazer mal à saúde (cães também estão sujeitos a males como diabetes e colesterol). Além disso, as rações têm antioxidantes que beneficiam algo que os cães têm em quantidade bem maior que os humanos: o pelo. E os dejetos resultantes são mais consistentes, menos fétidos e mais fáceis de limpar. "Rações para cães têm fibras, proteínas, aminoácidos, tudo o que o cão precisa na quantidade balanceada", explica o veterinário Alex Luciano Fernandes. "Quem dá comida caseira para o cão, por exemplo, arroz, carne, cenoura, torna mais difícil balancear os nutrientes de que o bicho precisa. O excesso de proteínas, por exemplo, resseca as fezes." Comer ração implica em outros benefícios: "O cachorro come menos porque a ração atende melhor às suas necessidades alimentares, e por isso ele faz também menos cocô."

Obviamente, educar o cão implica em recompensá-lo quando ele se comportar bem, e isso inclui dar-lhe petiscos, mas aqueles especiais, não dos nossos. (Por sinal, os seres humanos fariam bem em observar melhor os próprios alimentos, temperos e petiscos.) Chocolate, nem pensar: o cacau contém teobromina, que a partir de certa quantidade é fatal a cães e vários mamíferos (lembramos por exemplo a atriz Elizabeth Taylor, cujo esquilo de estimação simplesmente morreu após devorar meio ovo de Páscoa sozinho. "Quando eu o vi morto, eu mesma quase morri", lembrou Liz anos mais tarde. "Chocolate é perigoso não só para cachorros, mas para todos os tipos de animais"). Felizmente, hoje existem chocolates especiais para cães.

Se o cão vier filar bóia durante nosso almoço ou café, nada de lhe dar o que não deve comer, por coração mole ou para que ele nos deixe em paz, muito menos castigá-lo, afinal, pedir comida não é crime, pelo contrário, faz parte do instinto de conservação, e pedido não é roubado. Devemos conversar com ele, negando-lhe nossa comida de maneira firme, porém afetuosa, e recompensá-lo por esperar pacientemente que lhe demos um petisco adequado. O mesmo vale para ensinarmos onde o cão pode e não pode dormir, brincar, fazer o número um e o número dois e passear.

Em resumo: não queremos o melhor para nossos filhos? Pois façamos o melhor (conscientes de que é o melhor mesmo) também para nossos cães, eternas crianças de dois anos e meio, sempre prontas a retribuir o prazer e alegria que damos para eles. E o único cachorro que come comida humana (ou melhor, tranqueiras humanas) à vontade e passa muito bem é aquele dogue alemão maluco do desenho animado que passa na TV, o tão conhecido Scooby-Doo.

Fonte: http://br.noticias.yahoo.com

5 de maio de 2009

Educação do cão depende de seu dono

Há muitos anos, o zootecnista Alexandre Rossi leva a vida entre animais. Ele treina cães, gatos, macacos e até hipopótamos e borboletas! Claro que não é mágica. "É preciso observar o comportamento de cada animal", fala o especialista no assunto. Hoje, Alexandre é conhecido como doutor Pet, por causa do quadro que comanda no programa "Domingo Espetacular", da Record, em que ajuda os donos a ter um cão mais obediente. "Mas isso é o que faço na vida real", conta. Para Alexandre, que também é mestre em Psicologia, o sucesso no adestramento do cão depende do dono. "Não consigo resultados mudando o cachorro, mas, sim, educando o dono", diz Alexandre.


Fonte: http://www.bemparana.com.br


28 de abril de 2009

Por que cachorros abanam o rabo?

É muito comum ouvir dizer que se um cachorro está abanando o rabo não há nada com o que se preocupar porque ele está feliz e amigável. Bem, isso nem sempre é verdade.

Cachorros abanam o rabo porque estão em conflito. Eles querem ficar e sair de perto ao mesmo tempo. Eles estão felizes e nervosos ou apreensivos. Estão curiosos e com medo.

Para podermos entender como isso ocorre, vamos ver alguns exemplos observados no encontro de cachorros com cachorros e de cachorros com humanos.

Quando filhotinhos estão mamando na mãe e começam a abanar o rabo como loucos, o conflito de sentimentos reside no fato de que eles querem (e precisam) ficar grudados a teta da mãe e ao mesmo tempo estão muito próximos dos irmãos, que sendo "competidores" no acesso ao alimento lhes causa medo.

Fome x Medo = Rabo Abanando.

Quando um cachorro avista outro cachorro e fica excitado, ele começa a abanar o rabo. O conflito está na curiosidade em investigar o outro e a apreensão por uma possível agressividade. Reparem que quando um cachorro é mais submisso, seu abanar de rabo será feito com movimentos largos e o rabo em si não estará totalmente em pé. Quanto maior o medo do cachorro, mais baixo ele manterá seu rabo. Ao contrário, cachorros agressivos abanam seus rabos em movimentos curtos e rápidos, quase parados e totalmente eretos.

Quando um cachorro abana o rabo pela volta de seu dono ao lar, novamente ele demonstra um conflito entre a alegria e excitamento em rever o dono e uma pontinha de apreensão já que eles nos vêm como os líderes do grupo, do qual a sobrevivência deles depende.

Outro aspecto no fato dos cachorros abanarem o rabo é a mensagem olfativa que eles estão enviando. Os cachorros possuem glândulas anais que são capazes de emanar odores muitas vezes imperceptíveis aos nossos narizes, mas sem dúvida nenhuma bastante significante para os cachorros e seus mecanismos de comunicação. Um abanar de rabo na posição ereta irá aumentar de forma dramática a liberação destes odores, exatamente como fazem os cachorros que são confiantes.