25 de março de 2010

A realidade sobre adestramento de ataque, defesa e proteção

O negócio de treinamento de ataque, defesa e guarda é mais ou menos assim:

Na primeira fase: o cão aprende a defesa.

Ou seja, ele só irá demonstrar sinais de agressividade quando ele ou seu dono forem ameaçados. É quando o cão fica ao lado do dono, na guia, e o cobaia (aquele cara corajoso que veste aquela roupa esquisita) ameaça bater no cão ou no dono. Aí o dono incentiva o cachorro a atacar o coitado do cobaia.

Segunda fase: treinamento de ataque.

O cão é incentivado a atacar, sob comando, mesmo que não haja nenhuma ameaça aparente. Exatamente como os cães da policia fazem quando não podem ver o suspeito e o policial manda o cão mesmo assim. O cachorro acha o fugitivo, encurrala o fulano e se for possível dá umas mordidinhas (os cachorros adoram dar essas mordidinhas).

Terceira fase: treinamento de guarda.

O cão vai atacar qualquer um que tentar invadir a sua propriedade ou que tente chegar perto de um objeto a ser guardado. Nesta fase o cão não precisa mais que o dono esteja por perto ou que seja dado um comando para ele executar o trabalho.

Qual é o mais indicado? Nenhum! Não acredito que qualquer cachorro possa ser treinado para nenhuma destas funções. Não é qualquer treinador que é bom o bastante para avaliar e treinar o cachorro propriamente e, principalmente, não é qualquer dono que pode ter um cão treinado para defesa, ataque ou guarda. Vale lembrar que cães da polícia e cães de competição são treinados PERMANENTEMENTE por profissionais.

Sempre que lemos as várias notícias trágicas de cachorros que atacaram pessoas e crianças, com mortes e mutilações, não nos ocorre que muitas pessoas que possuem cães para a guarda não estão cientes da responsabilidade e do perigo que é ter um animal destes em casa. Como treinadora profissional, tive a oportunidade de observar vários tipos de cães. Alguns mansos, outros agressivos, alguns neuróticos, outros inteligentes, alguns brincalhões, outros sérios, e poucos realmente equilibrados. Também tive a grande sorte de ter aprendido esta profissão num estado dos Estados Unidos onde as leis sobre cachorros que atacam pessoas é rigorosíssima, e onde estão os melhores cães policiais de todos os Estados Unidos. E a maioria das pessoas quando pensa num cão de guarda, pensa logo nos cães da polícia: cachorros muito bem treinados, precisos no ataque de bandidos e sob controle total de seu dono.

Mas no Brasil, muitos daqueles que possuem "cães de guarda" nunca procuraram um treinador profissional, nunca trabalharam com seus cachorros, nunca socializaram estes animais. Poucos se preocuparam com a índole do animal antes de comprá-lo e partem do pressuposto de que cachorro de guarda tem que ser muito bravo. Acreditam que o cão deve ficar preso o dia todo e só ser solto durante a noite que é para não ficar amigo de estranhos.

Pode parecer estranho, mas os cachorros escolhidos para o policiamento não são aqueles que apresentam propensão para a agressividade. Muito pelo contrário. Os melhores cães para a polícia são os que apresentam maior poder concentração e vontade de brincar. Para estes cães, não existe motivo algum para temer ou odiar pessoas estranhas. Para que sejam confiáveis e úteis na segurança da população, eles, os cães da polícia, têm que ser dóceis e mansos quando andando no meio das pessoas. Numa rua cheia, eles devem se manter sempre do lado esquerdo de seus companheiros policiais e aceitar com prazer os carinhos das crianças que nunca se cansam de admirar tão belo animal.

O ataque para estes cachorros não é pessoal, ou seja, eles não são treinados para ter raiva, ou perseguir nenhum grupo de pessoas específico, nem tampouco para serem agressivos ou arredios com estranhos. Estes cães são treinados para gostar de um jogo, uma brincadeira muito excitante que é pegar o cara mau. Isso mesmo, para o cachorro tudo não passa de uma brincadeira, que ele gosta muito, de imobilizar e morder uma pessoa que seu dono mandou pegar. O cão nunca vai iniciar uma perseguição ou um ataque sem que ele tenha sido comandado. Claro que este comando não precisa ser unicamente verbal. Um movimento brusco por parte da pessoa que está sendo investigada, ou a tentativa de fuga desta pessoa pode ser a "deixa" para uma imobilização.

A visão de uma arma, a agressão ao dono por parte do suspeito, ou um discreto comando físico pode ser suficiente para o cão iniciar um ataque. Os cães escolhidos para se tornar um cão de guarda devem fazer parte da família deles. Conviver com as crianças, brincar no quintal e ser companheiro inseparável de seus donos.

Qualquer pessoa que deseja ter um cão de guarda deveria ter os mesmos cuidados que a polícia. Escolher a raça mais adequada. Investigar o temperamento dos pais do filhote e evitar qualquer animal que apresente sinais de agressividade excessiva ou medo e desconfiança de pessoas estranhas. Socializar o filhote e educá-lo com amor e paciência para que ele cresça confiante e tranqüilo. Fazer com que este animal participe da vida da família, fortalecendo os laços de amizade entre cão e humanos. Procurar um treinador profissional competente e capaz e solicitar uma avaliação do animal, aceitando se o parecer deste treinador for contrário ao treinamento do cachorro para guarda. Participar ativamente das seções de treinamento do cachorro. Prover alimentação e cuidados veterinários adequados. E, principalmente, ser responsável pelo animal e pela segurança das pessoas que trabalham ou visitam a sua residência.

Para evitar tantas tragédias como as que aparecem nos jornais todos os anos é preciso lembrar que um cachorro não é capaz de distinguir a diferença entre um atleta fazendo jogging ou um ladrão correndo em disparada; entre um bandido escondido num beco ou uma criança brincando de esconde-esconde; entre um ladrão atacando seu dono, ou apenas um amigo mais espalhafatoso.

Em última análise, um bom cão de guarda só precisa dar o alarme, latindo, na hora em que uma pessoa estranha se aproximar da casa para que o dono possa tomar as medidas necessárias para a proteção de seu patrimônio. Mesmo que o cachorro seja super-treinado, se um ladrão resolver invadir uma residência quando o dono não estiver presente, ele, o ladrão, vai invadir.

A FALSA SEGURANÇA QUE AS PESSOAS SENTEM QUANDO POSSUEM UM CACHORRO FEROZ EM CASA PODE SER FATAL PARA OS DONOS, PARA PESSOAS DE BEM E PRINCIPALMENTE PARA CRIANÇAS CURIOSAS E INDEFESAS DIANTE DE TAMANHA FÚRIA.

Fonte: Claudia Pizzolatto

Treinadora e Especialista em Comportamento Canino, diplomada em Psicologia Canina e Treinamento de Cães pela NDTA – National Dog Trainers Association dos Estados Unidos, e também classificada como “Professional Dog Trainer” pela mesma NDTA, consultora em comportamento canino da revista especializada Cães & Cia, com vários artigos publicados em jornais e revistas, e várias palestras realizadas, é dona da Lord Cão – Treinamento de Cães Ltda., empresa especializada em resolver problemas comportamentais em cães, situada no Rio de Janeiro.

23 de março de 2010

“Prozac” para pets é aprovado na Inglaterra

As diversas semelhanças entre os seres humanos e animais têm promovido um modo de vida muito parecido para os pets também. Atualmente, há uma infinidade de serviços para os amados bichinhos como salões de cabeleireiro, hotéis, grifes de roupas e joalherias. O problema é que até mesmo as doenças do dono também estão acometendo os peludos, como obesidade, hipertensão e até mesmo depressão.

Relativamente nova, a descoberta de que cerca de 8% da população de pets sofre de desorientações mentais, fez com que o governo da Grã-Bretanha resolvesse tomar providências, aprovando a utilização do famoso Prozac, só que para cães e gatos.

De acordo com o site do jornal Daily Mail o anti-depressivo foi adaptado para os peludos mais tristonhos, e tem um gosto mais palatável, sabor bife. O medicamento foi lançado nos Estados Unidos há 3 anos, e recentemente foi aprovado para a venda na Europa, prometendo servir para o tratamento de animais com comportamento compulsivo e ansiosos.

Chamado de Reconcile, o produto aumenta os níveis de serotonina no cérebro dos bichos, promovendo a sensação de bem-estar nos animais. O tratamento com o medicamento é indicado principalmente para os pets que sofrem com a ausência de seus donos, gerando um quadro de depressão.

Segundo os especialistas, os sintomas de um animal depressivo são: morder e destruir objetos e a mobília em casa, latidos excessivos, choro, urina e fezes fora dos locais apropriados, salivação excessiva, vômitos e tremedeiras. Esses sinais indicam o quadro de ansiedade, gerado principalmente com a separação dos donos por muito tempo, quando saem para trabalhar, por exemplo.

Ainda segundo a publicação, estima-se que existam 10 milhões de animais com o quadro nos Estados Unidos, mas a cura é possível. Um experimento realizado com 660 animais com desorientações mentais na Europa e Estados Unidos revelou que houve melhora após oito semanas de tratamento com o Reconcile. O fabricante adverte, no entanto, que a medicação deve ser administrada por animais acima de seis meses de vida e sob supervisão de um veterinário.

Fonte: http://petmag.uol.com.br

(minha opinião)

O ser humano destrói sua vida através de comportamentos fúteis e exagerados, muitas das vezes levando a um quadro de distúrbios psicológicos e infelicidade. Se afasta da natureza levando uma vida extremamente urbana e estressante, esquecendo da beleza e energia inesgotável que a mãe natureza nos proporciona. E agora isso tudo é direcionado de uma forma egoísta para os animais, principalmente para os cães.

Cachorro tem vaidade? Ou a vaidade é do humano? É uma pergunta que se deveria responder antes de gastar rios de dinheiro num suposto bem estar animal.

Deveríamos nos preocupar em buscar informações das quais são as reais necessidades de um cão. Quem é mais feliz? Um cachorro solto nas ruas sem regalias ou um cachorro preso em um apartamento cheio de regalias? Pode parecer estranho para muitos, mas provavelmente o cão da rua é o mais feliz. Atividades físicas e mentais sendo desafiadas todos os dias, lutar pela sobrevivência, cães extremamente socializados com tudo que há, faz com que estes animais apresentem comportamento próximo do que tinham na natureza. Lógico que existe a parte da saúde precária e maus tratos, novamente causados pelos humanos, colocando em questão a felicidade destes animais. Mas ainda não o deixa mais infeliz que o cãozinho preso no apartamento, com idas a tosa e banho toda semana, com roupinhas próprias, sem desafios, sem exercícios suficientes ou nenhum, sem socialização... enfim.

Deveríamos nos questionar o porquê de surgirem fármacos como esse da reportagem. Deveríamos buscar a causa primária do distúrbio e assim nos adequarmos a entender o cão e proporcionar uma vida melhor para eles, mas é claro que dentro dos padrões caninos. O medicamento é uma “muleta” da real causa. Auxilia, mas não cura.

Se questionem sobre seus cães, abram suas mentes a novas informações, e principalmente amem seus cães proporcionando reais necessidades a suas vidas.

17 de maio de 2009

O sono dos cachorros

Sono, é o período de repouso para o corpo e a mente, em que a consciência esta em ativa parcialmente ou completa. É caracterizado tanto no ser humano como em animais superiores, pela suspensão temporária da atividade perceptivas, sensoriais e motoras voluntárias.


Sono dos cães


Assim como as pessoas, os cães também precisam dormir. No período de sono, o cão pode descansar e o sistema imunológico pode atingir seu melhor índice de atividade e funcionamento.

Os cães apresentam 2 etapas distintas que ocorrem durante período de sono:


Sono Superficial:


Durante esse estágio o cão fica quieto porém alerta, tem uma respiração profunda e ritmada, sua pressão sanguínea, seu metabolismo e sua atividade cerebral diminuem. O estágio superficial dura de 10 a 20 minutos e basta um pequeno estímulo para acordá-lo.



Estágio REM:


Durante esse segundo estágio do sono, as pálpebras do cão se movem. A respiração torna-se irregular, rápida e superficial ou às vezes o cão parece não respirar, é um sono profundo. Também ocorrem movimentos nas patas, músculos da face e orelhas e pode até mesmo rosnar e latir. Esse estágio inicia logo após o período de sono superficial.


Duração do sono

Os cães dormem muito, em média 9 horas diárias, mas esse tempo pode se estender se ficam muito sozinhos, sem a companhia do dono, longe de agito e do convívio com outros animais ou pessoas.

Sonho dos cães

Foi constatado cientificamente que algumas atividades cerebrais caninas durante o sono são semelhantes as de quando uma pessoa está sonhando. Assim, e quase certo que os cães também sonham, porém oque nossos amigos caninos sonham é praticamente um mistério.

Uma hipótese, seria a maneira de se relacionar com o mundo, com pessoas e outros cães.


Distúrbios do sono


Os cães também podem apresentar alguns distúrbios de sono, como a apneia, que é uma parada respiratória devido a obstrução das vias respiratórias, comum em cães da raça Boxer e Buldogue, devido aos seus focinhos achatados.

A narcolepsia, também pode ser lembrada como um distúrbio, uma vez que o cão repentinamente entra em um estado de sono profundo. Esse mal é bastante comum em cães da raça Dobermann, Labrador, Poodle, Beagle e Dachshound, porem esses distúrbios podem controlados através de medicamentos.


Fonte: http://www.maniacanina.com.br

11 de maio de 2009

Cão também é gente, mas nem tanto

Por Ayrton Mugnaini Jr.

"Cachorro é um ser humano como outro qualquer. "Foi com esta frase que determinado político entrou para a História do Brasil ao utilizar um carro oficial para levar sua cadela ao veterinário. Realmente, como político, ele foi excelente dono de bicho. E não é preciso ser político para se amar um animal como se fosse "um de nós", o filho ou irmão que não temos, ou o companheiro sempre bem-vindo, mesmo se for encontrado na rua, ou, talvez melhor dizendo, se ele nos encontrar.

Não há nada errado em dar ao cão nome de gente, vesti-lo com uma roupinha de gente (ainda mais se ele tiver pelo curto e o clima estiver frio) ou conversar com ele como se fosse gente. Afinal, o cão também é um ser vivo, também gosta de ser bem tratado e acarinhado, também tem prazeres e sentimentos, e está provado que sua inteligência equivale a uma criança humana de dois anos e meio de idade. Agora, devemos ter sempre em mente o outro lado da moeda: assim como crianças humanas não devem ser mimadas, excesso de paparico pode ser prejudicial ao cão. Se cuidar de menos é ruim, cuidar demais também é. Ou, como resume o verso de Erasmo Carlos: "proteção desprotege e carinho demais faz arrepender".

Muita gente traz o filhotinho para casa e adora quando ele sobe na cama para dar bom dia. Adora até perceber que... um ano depois o filhotinho já virou adulto e se transformou num "homenzarrão" ou "mulherona" de quase vinte quilos que se recusa a não subir e mais ainda a descer da cama, afinal, sigamos o raciocínio canino: sempre o deixaram, por que proibir agora? Tem também as festas de aniversário quando, de repente, lá vem o "pidão" com aquele olhar de quem não come há meses, e ganha um pedaço de bolo aqui, um brigadeiro acolá, e, possivelmente, um problema digestivo ou circulatório que pode ser até fatal. Surge então a queixa inevitável a respeito do que poderia ter sido evitado: "Ah, o cachorro pediu tanto que eu não resisti, eu nem sabia que estava fazendo mal para ele..."

Há vários motivos pelos quais os cães devem comer ração especial para eles. Nossa comida pode lhes causar mau hálito e, por sujar mais facilmente os dentes, maior dificuldade na higiene bucal (cães são menos sujeitos a cáries, mas não a tártaro e infecção nas gengivas), sem falar que vinagre, sal, açúcar e outros temperos podem lhes fazer mal à saúde (cães também estão sujeitos a males como diabetes e colesterol). Além disso, as rações têm antioxidantes que beneficiam algo que os cães têm em quantidade bem maior que os humanos: o pelo. E os dejetos resultantes são mais consistentes, menos fétidos e mais fáceis de limpar. "Rações para cães têm fibras, proteínas, aminoácidos, tudo o que o cão precisa na quantidade balanceada", explica o veterinário Alex Luciano Fernandes. "Quem dá comida caseira para o cão, por exemplo, arroz, carne, cenoura, torna mais difícil balancear os nutrientes de que o bicho precisa. O excesso de proteínas, por exemplo, resseca as fezes." Comer ração implica em outros benefícios: "O cachorro come menos porque a ração atende melhor às suas necessidades alimentares, e por isso ele faz também menos cocô."

Obviamente, educar o cão implica em recompensá-lo quando ele se comportar bem, e isso inclui dar-lhe petiscos, mas aqueles especiais, não dos nossos. (Por sinal, os seres humanos fariam bem em observar melhor os próprios alimentos, temperos e petiscos.) Chocolate, nem pensar: o cacau contém teobromina, que a partir de certa quantidade é fatal a cães e vários mamíferos (lembramos por exemplo a atriz Elizabeth Taylor, cujo esquilo de estimação simplesmente morreu após devorar meio ovo de Páscoa sozinho. "Quando eu o vi morto, eu mesma quase morri", lembrou Liz anos mais tarde. "Chocolate é perigoso não só para cachorros, mas para todos os tipos de animais"). Felizmente, hoje existem chocolates especiais para cães.

Se o cão vier filar bóia durante nosso almoço ou café, nada de lhe dar o que não deve comer, por coração mole ou para que ele nos deixe em paz, muito menos castigá-lo, afinal, pedir comida não é crime, pelo contrário, faz parte do instinto de conservação, e pedido não é roubado. Devemos conversar com ele, negando-lhe nossa comida de maneira firme, porém afetuosa, e recompensá-lo por esperar pacientemente que lhe demos um petisco adequado. O mesmo vale para ensinarmos onde o cão pode e não pode dormir, brincar, fazer o número um e o número dois e passear.

Em resumo: não queremos o melhor para nossos filhos? Pois façamos o melhor (conscientes de que é o melhor mesmo) também para nossos cães, eternas crianças de dois anos e meio, sempre prontas a retribuir o prazer e alegria que damos para eles. E o único cachorro que come comida humana (ou melhor, tranqueiras humanas) à vontade e passa muito bem é aquele dogue alemão maluco do desenho animado que passa na TV, o tão conhecido Scooby-Doo.

Fonte: http://br.noticias.yahoo.com

5 de maio de 2009

Educação do cão depende de seu dono

Há muitos anos, o zootecnista Alexandre Rossi leva a vida entre animais. Ele treina cães, gatos, macacos e até hipopótamos e borboletas! Claro que não é mágica. "É preciso observar o comportamento de cada animal", fala o especialista no assunto. Hoje, Alexandre é conhecido como doutor Pet, por causa do quadro que comanda no programa "Domingo Espetacular", da Record, em que ajuda os donos a ter um cão mais obediente. "Mas isso é o que faço na vida real", conta. Para Alexandre, que também é mestre em Psicologia, o sucesso no adestramento do cão depende do dono. "Não consigo resultados mudando o cachorro, mas, sim, educando o dono", diz Alexandre.


Fonte: http://www.bemparana.com.br